O sujeito negativo

Escrevo isso aqui para nunca esquecer, porque o que vou comentar agora é um abismo que puxa.
O sujeito negativo faz muito pouco para a própria vida. É quase um padrão.

Olhe para seus familiares, amigos e colegas de trabalho e veja quanto os pessimistas produziram nos últimos anos.
A pessoa que defende que tudo vai dar mal, nada tem salvação, tudo está prestes a desmoronar é a que menos faz. Pode reparar.

Passa o dia inteiro vendo Globo News, Twitter, ouvindo CBN e sabe de tudo o que acontece no Brasil.
Sabe o nome de todos os membros do STF, o presidente da câmara e até o criador da proposta de lei que vai transformar o Brasil na próxima ditadura. É o cara que sabe 3 ou 4 notícias que vão destruir o seu dia.

As pessoas estão sedentas pela internet.
A situação do coronavírus trouxe mudança de chave. Só quem foi embotado pelo escuso véu do pessimismo não está disposto a crescer, aprender e investir em si mesmo. As pessoas perderam medo de trabalhar por aqui.

Perderam o medo de contratar uma consultoria, um designer ou um programador para tirarem seus projetos do papel. Se você continuar na caverna, acreditando que amanhã estaremos acorrentados a uma pedra, trabalhando de graça para os chineses, deixo a previsão: daqui a 10 anos você estará no mesmo lugar, culpando outra abstração e penhorando a sua inércia; reclamando, reclamando e reclamando…

Está faltando gente; nem você nem as empresas conseguem encontrar. Falta programador, designer, copywriter, revisor, editor de vídeos e social media.
E você aqui, sofrendo pela segunda onda de Covid ou vacina do Doria.

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