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KISS e YAGNI… e não é sobre beijo

O belo é a purgação de tudo que é supérfluo, dizia Michelangelo.

Para algo ser considerado belo, é preciso haver integridade, harmonia e claridade, que segundo o filósofo Carlos Nougué, são condições indispensáveis das artes do belo. Algo é integro quando não falta nenhuma das partes que lhe são essenciais, harmônico quando todas as suas partes são proporcionais, e claro quando não é obscuro, ou seja, foi revelado.

E qual lição podemos tirar da definição de belo que Michelangelo condensou com tanta maestria?

Em engenharia de software, existem dois princípios que remetem a essa tal “purgação do supérfluo”. São os princípios KISS e YAGNI.

O princípio KISS, – do inglês: Keep It Simple, Stupid –, é o famigerado “menos é mais”.
Se trata de um princípio geral que valoriza a simplicidade do projeto e sustenta que toda complexidade desnecessária deve ser descartada. Perdi as contas das vezes que utilizei algum padrão de projeto que complicou mais o entendimento do software do que trouxe mais clareza ou real benefício de extensibilidade.

Seguindo a mesma linha de pensamento, temos o princípio YAGNI, do inglês “You Ain’t Gonna Need It”.
É um alerta aos programadores para adicionarem funcionalidades ao código de um programa apenas quando forem realmente necessárias.

Imaginar que uma funcionalidade poderá ser útil algum dia não faz dela importante agora.
Nada pior do que código adormecido ou feito pela metade.
Ele sempre estará ali olhando para nós e dizendo: estou aqui fazendo você perder tempo para me entender e não estou gerando o menor valor.

Você lembra desses princípios quando está desenvolvendo algum projeto?

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